Este pode ser considerado um salmo individual de confiança, representando alguém que, aconselhado a fugir diante do perigo, decidiu pôr a sua confiança no Senhor e refugiar-se diante dele. A justiça de Deus é activa e eficaz. (Fonte: Capuchinhos.org)
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segunda-feira, 12 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
Salmo 10 (9,22-39) - ORAÇÃO PELOS OPRIMIDOS
Como foi dito na nota inicial ao salmo anterior, este é igualmente individual de acção de graças, dando continuidade ao tema da protecção divina para os desprotegidos. Essa protecção é estendida aos indefesos, infelizes, inocentes, miseráveis, vítimas de toda a espécie de prepotências. (Fonte: Capuchinhos.org)
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Salmo 9 (9,1-21) - DEUS, PROTECTOR DOS HUMILDES
Como se pode ver pela numeração da tradução grega dos Setenta e das traduções latinas e portuguesas antigas, os Salmos 9 e 10 devem ter constituído inicialmente um só. Por esta razão, a numeração de origem grega deixa de acompanhar a de origem hebraica, desde o Sl 9 até ao Sl 147, apresentando um número acima na contagem dos respectivos salmos (ver esquema na Introdução). Ambos parecem constituir um salmo individual de acção de graças. O agradecimento é dirigido a Deus, apresentado como protector do salmista pobre e oprimido. A justiça de Deus dá-lhe coragem para enfrentar o mundo. Neste salmo, houve a preocupação de ordenar os versos consoante as letras do alfabeto hebraico, tal como acontece com os Sl 25; 34; 37; 111; 112; 119 e 145. São os chamados “Salmos alfabéticos”. (Fonte: Capuchinhos.org)
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Salmo 8 - HINO AO CRIADOR DO HOMEM
Magnífico exemplo de um hino, que celebra simultaneamente a grandeza de Deus e do universo e, em especial, a elevada dignidade do ser humano. A unidade literária, com o mesmo refrão no princípio e no fim (v. 2.10), é uma imagem clara do mundo harmonioso e optimista em que o salmista se move. (Fonte: Capuchinhos.org)
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Salmo 7 – ORAÇÃO DE UM JUSTO PERSEGUIDO
Salmo individual de súplica. Retrata um crente assediado por um inimigo e que, no templo, faz o seu juramento de inocência. Com esse juramento, e através dos rituais correspondentes, espera ver-se liberto desse inimigo e ver castigados os malfeitores em geral. A designação hebraica do título só se encontra aqui e em Hab 3,1; parece designar uma lamentação. Desconhece-se o acontecimento histórico ali referido. (Fonte: Capuchinhos.org)
segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012
Salmo 6 – SÚPLICA DE UM JUSTO EM PROVAÇÃO
Este salmo individual de súplica tem alguns tons penitenciais. O orante mostra o seu sentimento de penitência, não tanto pela confissão dos pecados e pelo pedido de perdão, mas pela meditação, aceitando com fé a doença que o acometeu e que pode ser uma forma de expiar o seu pecado. Ao mesmo tempo, manifesta propósitos de se manter afastado do mal. (Fonte: Capuchinhos.org)
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Salmo 5 – ORAÇÃO DA MANHÃ CONTRA OS INIMIGOS
Salmo individual de súplica, feita por ocasião das orações da manhã. Os pedidos incidem sobre as condições exigidas para que alguém se possa aproximar condignamente de Deus, no seu templo. Define a vida moral, suplicando a graça de pôr em prática o bem e solicitando que o mal praticado pelos inimigos seja castigado. A oração litúrgica é aqui sobretudo um espaço de reflexão sobre o agir humano. (Fonte: Capuchinhos.org)
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Salmo 4 – EXORTAÇÃO À CONFIANÇA EM DEUS
Salmo individual de confiança em Deus. Nele transparece alguma tensão entre o crente e outras pessoas a respeito das vantagens de se ter confiança em Deus, constituindo uma exortação pública sobre este assunto. Daí o intenso diálogo entre vários intervenientes, a propósito de experiências nesse campo. (Fonte: Capuchinhos.org)
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Salmo 3 – A CERTEZA DO SOCORRO
Salmo individual de confiança. A condizer com a pequena nota do título que liga este salmo a David, em ocasião de perigo (v.1), também as expressões utilizadas supõem, para um rei que apresenta a Deus, os perigos a que se encontra sujeito. Daí a insistência nos inimigos que o cercam e na coragem que Deus lhe incute para os enfrentar (2 Sm 15-18). (Fonte: Capuchinhos.org)
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Salmo 2 - DEUS E O SEU UNGIDO
Podendo ter alguma articulação com o Sl 1, e talvez com algumas das colecções seguintes que integram o Livro dos Salmos, o Sl 2 pertence ao conjunto dos “salmos reais” e tem bastantes semelhanças com o Sl 110. Canta o domínio universal de Deus e acolhe as conotações messiânicas que a tradição lhe foi dando (At 4,25; 13,33; Heb 1,5; 5,5). Tem o aspeto de uma fórmula de entronização real, com expressões que, para um simples rei de Israel, poderiam ser excessivas, dada a modéstia de um tal reino. Mas tais fórmulas traduzem a importância da função real no Médio Oriente Antigo. (Fonte: Capuchinhos.org)
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Salmo 1 - OS DOIS CAMINHOS
Este salmo pertence ao genero sapiencial e constitui uma espécie de meditação introdutória a todo o livro. Esta meditação, com claras conotações éticas, mostra que o livro, para além de ser uma antologia de orações pessoais e litúrgicas, é também um espelho de vida e de moral. Por isso, é sublinhada a simples divisão de caminhos ou comportamentos, que representam dois modos de vida com resultados diferentes (Dt 30,15-18). (Fonte: Capuchinhos.org)
Os Salmos na Magia
O Livro dos Salmos (do hebraico, louvores) é um dos livros que formam o conjunto principal de livros do judaísmo (Tanakh), cujo conteúdo é o mesmo do Antigo Testamento cristão, porém com outra divisão. É composto de 150 (151 segundo a igreja ortodoxa) cânticos e poemas religiosos, utilizados pelo antigo povo de Israel como hinário no Templo de Jerusalém. Seu nome em português, deriva da palavra grega “Psalmói”, utilizada na antiga tradução grega da Bíblia (Setenta) para representar a palavra hebraica. Nos textos de Qumrân e em alguns autores cristãos antigos aparece o nome que atualmente lhe é dado na Bíblia Hebraica: “Sepher Tehillim”, “Livro dos louvores”.
Embora na prática sejam recitados, em sua origem estão intimamente ligados a música, a palavra Tehillim é mais corretamente traduzida como “cânticos de louvor”, assim como a grega Psalmói, seria “cânticos acompanhados ao som do saltério”. No Antigo Testamento, fica posicionado entre os livros de Jó e os Provérbios.
Embora na prática sejam recitados, em sua origem estão intimamente ligados a música, a palavra Tehillim é mais corretamente traduzida como “cânticos de louvor”, assim como a grega Psalmói, seria “cânticos acompanhados ao som do saltério”. No Antigo Testamento, fica posicionado entre os livros de Jó e os Provérbios.
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